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O plástico é eficiente em termos energéticos e encaixa perfeitamente nos objectivos de desenvolvimento sustentado.

Ao invés de se proceder à queima de petróleo ou de gás natural, contribuindo-se, assim, para o efeito de estufa e, em última análise, para o esgotamento destes minerais, é também possível transformá-los em plástico. Actualmente, apenas 4% de toda a exploração de petróleo e de gás natural tem esta aplicação. No que diz respeito ao consumo energético, o plástico destaca-se entre os materiais tradicionais como particularmente económico. Além disso, pode ser obtido a partir de plásticos usados, por meio de pirólise de petróleo novo. Mas o plástico liberta também na combustão mais energia por quilo do que o petróleo, sendo que, portanto, nada se perde (o que é prático na combustão de resíduos e o que possibilita ainda que uma central de energia funcione perfeitamente a plástico usado, tal como acontece actualmente no Japão). Através da fragmentação e de um novo processo de moldagem por injecção é fácil reciclar o plástico, transformando-o num produto "novo". Deste modo, fornecemos, entre outros, paletes (de exportação), caixas-palete e caixas de transporte em cinzento-escuro recicladas, a inúmeros clientes entusiastas. Na realidade, o plástico é "combustível retardado" cuja composição inclui simplesmente carbono e hidrogénio.

Utilizando o plástico de forma responsável contribuirá para travar o volume de resíduos.

Uma das características que torna o plástico tão útil é, seguramente, a sua durabilidade. O plástico não enferruja nem se degrada, mas como resíduo avulso constitui um problema até ser finalmente descartado. Além disso, representa volume nos depósitos de resíduos. Ainda assim, o plástico ocupa sempre menos espaço do que o papel (por exemplo, no caso dos resíduos de embalagens), pelo facto de o plástico ser mais rígido e permitir, por conseguinte, um processamento muito mais fino, e o papel se degradar apenas sob as condições anaeróbias de um aterro moderno.

Na queima de resíduos, o plástico é de facto ideal: a combustão é feita sem resíduos, dando origem a CO2 e H2O, tal como o fuelóleo doméstico. O papel e a madeira produzem muita cinza. A incineração de resíduos com recuperação de energia é obrigatória em toda a União Europeia, nos casos em que a reciclagem seja impossível e esteja apenas autorizado o vazamento de resíduos químicos do tipo "complexo".

O fabrico de plástico e de produtos do plástico é amigo do ambiente.

No processo de fabrico é adicionado oxigénio ao etileno quente ou ao gás propano. Esta mistura passa por um catalisador de platina no qual as moléculas de gás são fiadas (ou seja, polimerizadas) produzindo-se, assim, plástico e ocorrendo a libertação de água destilada. Este processo não inclui quaisquer outras substâncias (como, por exemplo, o cloro no PVC), não havendo emissão de quaisquer resíduos tóxicos.

No processo de moldagem por injecção de produtos como, por exemplo, módulos ou caixas de separação de resíduos, o plástico granulado é fundido e prensado por um sem-fim na matriz, na qual o produto solidifica e de onde sai prontinho. Produtos de maior dimensão são removidos das matrizes por robôs, sendo que os mais pequenos caem para o interior de recipientes de recolha através de correias transportadoras. Não são libertados quaisquer vapores ou líquidos nocivos, os resíduos de plástico são transformados em produtos novos por meio de moldagem e novo processo de injecção, sendo o calor gerado pelos resíduos utilizado no aquecimento de armazéns e escritórios. Imagine só o que isso poderá representar em termos de química, energia e tratamento de águas residuais na reciclagem do papel!

Por todos estes motivos, o plástico é actualmente aceite como uma alternativa amiga do ambiente, face à madeira e a outros materiais.

Nos primórdios da ENGELS, em 1960, era visto como um produto "sujo". Hoje em dia considera-se normal optar por garrafas de retoma em plástico para refrescos, em detrimento das garrafas de vidro pesadas e quebráveis, caixilhos de plástico em vez de madeiras de lei, sacos de plástico em vez de sacos de papel e, por último, mas não menos importante, produtos de plástico para logística, armazenamento, recolha e separação de resíduos, tais como caixas para transporte, caixas ecológicas, minicontentores e os nossos módulos de separação de resíduos.